Ponto Verde Plantas Ornamentais - Km 430 (sentido SP) - Bairro Serrote - Registro-SP - CEP: 11900-000
(13) 3829-6185, 9728-5296, 9766-1341, 9707-2623
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Índice de Plantas - A - B - C - D - E - F - G - H - I - L - P - R - T - Y
 
   

A

 
             
       
 

- Planta ornamental é toda planta cultivada por sua beleza. São muito usadas na arquitetura de interiores e no paisagismo de espaços externos.


- A Ponto Verde Plantas Ornamentais, é especializada no cultivo de mudas e sementes de plantas nativas, selecionadas a partir de caracteres visualmente atraentes, como flores e inflorescências vistosas, coloridas e perfumadas, folhagem de cores e texturas distintas, formato do caule, ou por seu aspecto geral.


- A Ponto Verde, é um estabelecimento autorizado, consciente com a preservação do meio ambiente, bem como a preservação das espécies da nossa flora, e toda a biodiversidade de nossas florestas tropicais como a nossa mata atlântica e a floresta amazônica.

- Criamos espécies nativas da América do Sul, bem como espécies nativas de outros continentes, que facilmente se adaptaram aos variáveis climas do Brasil.

- A Mata Atlântica é considerada como a quinta área mais ameaçada e rica em espécies endêmicas do mundo Em termos gerais, a Mata Atlântica pode ser vista como um mosaico diversificado de ecossistemas, apresentando estruturas e composições florísticas diferenciadas, em função de diferenças de solo, relevo e características climáticas existentes na ampla área de ocorrência desse bioma no Brasil.


- Atualmente, restam cerca de 7,3% de sua cobertura florestal original, tendo sido inclusive identificada como a quinta área mais ameaçada e rica em espécies endêmicas do mundo. Na Mata Atlântica existem 1.361 espécies da fauna brasileira, com 261 espécies de mamíferos, 620 de aves, 200 de répteis e 280 de anfíbios, sendo que 567 espécies só ocorrem nesse bioma.


- Possui, ainda, cerca de 20 mil espécies de plantas vasculares, das quais 8 mil delas também só ocorrem na Mata Atlântica. Várias espécies da fauna são bem conhecidas pela população, tais como os mico-leões e muriquis, espécies de primatas dos gêneros Leontopithecus e Brachyteles, respectivamente. Vale lembrar que, no sul da Bahia, foi identificada, recentemente, a maior diversidade botânica do mundo para plantas lenhosas, ou seja, foram registradas 454 espécies em um único hectare.




 

 

   
           
 

 

Agave angustifolia

Sin.: Agave breedlovei Gentry, Agave costaricana Gentry, Agave donnel-smithii Trel., Agave endlichiana Trel., Agave panamana Trel., Agave ixitli Karw. ex Salm-Dick.

Angiospermae - Família Amaryllidaceae.

Piteira-do-caribe, agave.

- Semi-lenhosa de caule curto, originário da Antilhas e México, formando uma roseta grande, de 1,0 - 2,0m de altura, de folhas longas, com pequenos espinhos nas margens e terminando em ponta aguçada espinhenta. Na variedade hortícola "Marginata" as margens das folhas são amarelas.

- Inflorescência ereta com algumas ramificações, de 2,0 - 3,0m de altura, formadas após alguns anos e sem valor ornamental,

- Utilizada na composição de grupos ou como planta isolada a pleno sol. Seu cultivo deve ser evitado em áreas de muita circulação, principalmente de crianças devido aos riscos de ferimentos causados por suas pontas muito aguçadas.

- Multiplica-se pelos bulbilhos que se formam após o florescimento.

 
         
   
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Agave attenuata

Angiospermae - Família Amaryllidaceae.

Agave-dragão, tromba-de-elefante.

- Semi-lenhosa, perene, ereta, de caule curto, originária do México, de 1,0-1,5m de altura. Folhas largo-lanceoladas, de cor verde-acinzentadas, cerosas, suculentas, espessas, formando uma roseta densa.

- Inflorescência ocasional, de forma cônica-cilíndrica, grande e recurvada, com flores pequenas, sem importância ornamental.

- Presta-se para o plantio isolado e formação de grupos maciços, a pleno sol, que se adensam pelas inúmeras brotações laterais do caule atingindo vários metros de diâmetro. Não tolera temperaturas baixas de inverno, ficando seu cultivo mais indicado para as regiões tropicais e subtropicais do país.

Multiplica-se com relativa facilidade pelos bulbilhos que se formam ao longo da antiga inflorescência e pelas mudas laterais formadas a partir da base do caule que podem ser removidas.

 
           
     
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Allamanda blanchetti

Sin.: Allamanda violacea.
Angiospermae - Família Apocynsceae.

Alamanda-roxa, alamanda-rosa.

- Arbusto semi-lenhoso, escandente, do litoral norte do Brasil, de ramagem longa, com folhas elítico-ovaladas, cerosas de cor verde-brilhante.

- Inflorescências com flores grandes, roxas na espécie típica, mas com variedades que vão de branco-creme ao amarelado e roseo-arroxeado, por segregação genética nas plantas obtidas por sementes.

- Adequado como planta isolada, bem como em grupos visando formar maciços ou renques. São plantas de pleno sol, conduzidas como trepadeira, revestindo grades, cercas, portais, no início amparadas em suporte e afixadas com amarrilho.
Planta tropical, não tolera o frio.

As plantas desejadas com determinada cor são multiplicadas por estacas. Também multiplicadas por sementes.

 
         
 
     
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Allamanda cathartica

Sin.: Allamanda cathartica, Allamanda Herndersonni.
Angiospermae - Família Apocynaceae.

Alamanda-amarela, carolina, dedal-de-dama, alamanda.

- Trepadeira lactescente, semi-lenhosa, do litoral norte, nordeste e leste do Brasil, muito vigorosa e bastante variável, de folhas brilhantes e espessas.

- Inflorescências com flores amarelas em forma de funil, formadas durante quase o ano todo, principalmente na primavera e verão. Consta existir uma forma de flores branco-leitosa e uma de pétalas dobradas, ambas muito raras em cultivo.

- É trepadeira de pleno sol que precisa ser conduzida com amarrilho no início, em suportes, caramachões, portais e cercas.
Apesar de tropical tolera um pouco o frio.

Multiplica-se principalmente por estacas cortadas na primavera-verão. Nas regiões de origem produz bastante sementes.

 
           
     
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Allamanda laevis

Angiospermae - Família Apocynaceae.

Allamanda arbustiva.

- Arbusto leitoso, semi-lenhoso, ereto, florífero, de aspecto suculento, muito ramificado, nativo do nordeste do Brasil, de 2-3m de altura. Folhas simples, glabas, de forma ovalado-alongadas, verde-brilhantes, cerosas e semi-carnosas. Foi introduzido nos jardins pelo paisagista Burle Marx, que trouxe do sertão da Bahia.

- Inflorescência com flores amarelas, grandes, formadas principalmente na primavera e verão.

- Cultivado como planta isolada e em grupos formando maciços ou renques, a pleno sol, em canteiros férteis e permeáveis. Não tolera temperaturas baixas, porém muito resistente a seca. É recomendado para regiões tropicais.

Multiplica-se por estacas postas a enraizar no verão. Reproduz também por sementes, que são produzidas em abundância nas regiões de origem.

 
           
     
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Allamanda puberula

Angiospemae - Família Apocynaceae.

Alamanda-do-sertão.

- Arbusto perene, de ramos escandentes, florífera, de seiva leitosa )látex), com 0,90-1,70m de altura, nativa da caatinga do nordeste dp país, principalmente da Bahia. Folhas elítico-alongadas ou lanceoladas, membranáceas, de pecíolo curto.

- Flores terminais, dispostas um pouco acima das folhas, geralmente em grupo de duas, muito vistosas, de cor amarela, formadas no verão.

- Cultivada como planta isolada e em grupos formando maciços ou bordaduras, a pleno sol, com terra fertilizada, apesar de ser tolerante a solos pobres. Muito resistente a falta d´água e sensível a geada, sendo recomendada apenas para as regiões tropicais e subtropicais do país.

Multiplica-se com alguma dificuldade por estacas cordatas após o florescimento e mais facilmente por alporquia. Também por sementes nas regiões de origem.

 
           
     
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Alpinia purpurata

Sin.: Guillainia purpurata Vieill.
Angiospermae - Família Zingiberaceae.

Gengibre-vermelho, Alpinia.

- Herbácea rizomatosa, ereta, entouceirada, florífera, originária das Ilhas dos Mares do Sul, de 1,5-2,0m de altura, com hastes numerosas, densas, semelhantes a cana, de folhas verde-escuras e espessas.

- Inflorescências terminais, espigadas, com numerosas flores brancas, pequenas com brácteas em forma de barco, vermelhas, vistosas, que se formam quase o ano todo.
Ocorre uma variedade de brácteas cor-de-rosa.

- Cultivada como planta isolada, em grupos ou renques, em canteiros de terra fértil, mantidos umedecidos. Também utilizada como flor de corte.
É muito sensível ao frio, não sendo indicada para o Sul.

Multiplica-se facilmente por divisão de touceira ou pelas numerosas mudas que surgem nas brácteas da inflorescência após o florescimento.

 
           
     
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Alpinia zerumbet

Sin.: Costus zerumbet, Alpinia nutans Roscoe, Alpinia speciosa.
Angiospermae - Família Zingiberaceae.

Gengibre-concha, louro-de-baiano, alpinia.

- Herbácea rizomatosa, ereta, vigorosa, entouceirada, originária da China e Japão, de 2-3m de altura. Folhas coriáceas e espessas. Na forma "Variegata", as folhas possuem estrias branco-amareladas, de grande efeito decorativo.

- Inflorescências grandes, em espigas recurvadas, com flores cerosas, de cálice branco e corola branco-rosada, formadas principalmente no verão e outono.

- Cultivada como touceira isolada, em grupos ou renques, a pleno sol na forma típica e a meia-sombra na variegata. em canteiros ricos em matéria orgânica e irrigados periodicamente.
Não tolera geadas.

Multiplica-se por divisão de touceiras em qualquer época do ano.

 
           
     
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Arundina bambusifolia

Angiospermae - Família Orchidaceae.

Orquídea-bambú, arundina.

- Orquídea terrestre, ereta, semi-herbácea, rizomatosa, entouceirada, originária de Burma, com 1,20 - 2,0m de altura, de ramagem e florescimento extremamente decorativos. Folhas laminares, lisas e alongadas.

- Inflorescências terminais, com flores branco-lilases e labelo roxo, formadas principalmente na primavera e verão.

- Cultivada a meia-sombra ou a pleno sol, em jardineiras e renques, acompanhando muros, muretas e paredes, ou em grupos formando conjuntos isolados, em terra rica em matéria orgânica, permeável e irrigada periodicamente.
Não tolera geadas. Floresce mais intensamente em regiões de clima quente e úmido.

Multiplica-se facilmente por divisão de touceira ou por estacas-ponteiro obtidas das brotações laterais das hastes e enraizadas em ambiente protegido.

 
           
             
   

B

 
     
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Beaucarnea recurvata

Sin.: Beaucarnea tuberculata Roezl, Nolina recurvata Hemsl, Nolina ruberculata Hort.
Angiospermae - Família Liliaceae.

Nolina, pata-de-elefante, biucarnea.

- Semi-lenhosa arbustiva, ereta, volumosa, originária do México, de 3-5m de altura, de tronco geralmente não ramificado, muito dilatado na base, com uma cabeleira de folhas na extremidade, coriáceas, côncavas e de margem áspera.

- nflorescências eventuais, eretas, grandes, densas, com numerosas flores pequenas e esbranquiçadas, formadas no outono e de pouco valor ornamental.

- Na fase juvenil é excepcional para plantio em vasos ou para formação de pequenos grupos, a pleno sol. Na fase adulta e idosa, em parques e jardins impressiona pelo aspecto estranho, exótico e muito imponente de seu conjunto arquitêtonico. É tolerante a baixas temperaturas.

Multiplica-se por sementes produzidas nas plantas femininas.

 
           
             
   

C

 
     
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Clusia Fluminensis

Angiospermae - Família Cuttiferae.

Clúsia.

- Árvore pequena das restingas do litoral, muito ramificada, com raízes aéreas nos ramos, de folhagem decorativa, nativa do Brasil (São Paulo e Rio de Janeiro), com 4-6m de altura. Folhas opostas, cada par cruzado com outro, verde-luzidias, rijas, espessas, ovalado-espatuladas.

- Flores brancas, de sexos em plantas separadas (dióica), formadas na primavera-verão. Fruto cápsula ovóide que abre-se na maturação expondo inúmeras sementes pequenas com arilo alaranjado, apreciado por pássaros.

- Cultivada com frequência em vasos para terraço e interiores, bem como na forma de arbusto isolado ou renque, podado com certa frequência para evitar o porte arbóreo, a pleno sol ou a meia-sombra.

Multiplica-se por sementes, contudo é mais comumente cultivada pelos processos de alporquia e ou estaquia.

 
           
     
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Codiaeum variegatum

Sin.: Codiaeum variegatum.
Croton pictus, Codiaeum variegatum, Croton variegatum.

Angiospermae - Família Euphorbiaceae.

Cróton, louro-variegado, folha-imperial.

- Grande grupo de arbustos grandes e semi-lenhosos, da Índia, Malásia e Ilhas do Pacífico, de 2-3m de altura, de folhas lactescentes, pequenas ou grandes, espessas, coriáceas, inteiras, com recortes ou torcidas, muito vistosas pelo variado colorido e formatos.

- Inflorescência alongadas não vistosas.

- São plantas clássicas de climas tropicais, pouco resistentes ao frio e sensíveis a geadas. Execelente para renques ou conjuntos que não devem ser podados para não prejudicar sua formação natural. Exigem solos ricos e de boa drenagem.

Multiplica-se por estacas ou alporques. Em regiões úmidas as estacas podem ser preparadas no próprio local.

 
           
     
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Cordyline terminalis

Sin.: Aparagus terminalis.
Angiospermae - Família Liliaceae.

Cordiline, dracena-vermelha, coqueiro-de-vênus.

- Arbusto semi-lenhoso, ereto, da Índia, Malásia e Polinésia, de 1,0 - 2,5m de altura, com folhas coriáceas e espessas. Existem inúmeras variedades, cujas folhas apresentam uma variação muito grande de cores e formas conhecidas por nomes hortícolas. com manchas ou listras verdes, vermelhas, acobreadas, róseas ou esbranquiçadas em combinação com o verde.

- Inflorescências longas, terminais com flores não vistosas e pouco significativas.

- É cultivado em vasos, em fileiras junto a paredes ou muros ou formando conjuntos desenhados, tanto a pleno sol como a meia-sombra.
Tolera frio.

Multiplica-se geralmente por estacas e esporadicamente por sementes.

 
           
     
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Cycas Circinalis L.

Gimnospermae - Família Cycadaceae.

Cica, Cicas, plameira-samambaia.

- Asbusto dióico, semi-lenhoso, originário da Índia, Filipinas, Sumatra, Java, Madasgascar e África Tropical, com 2-3m de altura e uma coroa de folhas levemente recurvadas. O tronco pode ramificar-se nas plantas muito velhas conferindo à planta porte arbóreo com mais de 4m de altura. É de crescimento muito lento.

- As plantas masculinas emitem uma inflorescência marrom grande e cônica.

- Presta-se para composição de parques e grandes jardins, cultivado isoladamente ou em conjuntos, a pleno sol ou a meia-sombra. As mudas jovens são ótimas para vasos mantidos a meia-sombra.

Os frutos esféricos que se formam nas plantas femininas germinam alguns meses depois de semeados. Multiplica-se também pelas brotações dilatadas que surgem no tronco e separadas para enraizamento no final do inverno.

 
           
     
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Cycas Revoluta

Gimnospermae - Família Cycadaceae.

Cica, sagu, palmeira-sagu.

- Arbusto dióico, de textura semi-lenhosa, semelhante a uma palmeira, de tronco curto, robusto, às vezs ramificados originário do Japão e Indonésia, de 1,0 - 2,0m de altura, dotado de uma coroa de folhas rijas e longas, com folíolos lineares, rijos, de ápice agudo.

- As plantas masculinas formam cones cilíndricos longos e as femininas um aglomerado de lâminas recortadas revestidas de feltro marrom, cada recorte contendo um óvulo exposto, que fecundado torna-se semelhante a uma noz, de cor vermelha quando madura.

- Cultivado como planta isolada ou em grupos, a pleno sol ou a meia-sombra, em terra fértil e permeável.

Multiplica-se principalmente pelos brotos surgidos no tronco e na base da planta, as quais devem ser separadas para enraizamento durante o inverno.

 
           
     
     
   

D

 
     
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Dietes bicolor

Sin.: Moraea bicolor.
Angiospermae - Família Iridaceae.

Moréia-bicolor, dietes, moréia.

- Herbácea rizomatosa, floorífera, ereta, entouceirada, perene, de folhagem ornamental, originária da África do Sul, de 50-70cm de altura. Folhas planas, persistentes e rijas.

- Inflorescência eretas, curtas, ramificadas, formadas várias vezes durante o ano, contendo flores amareladas com manchas alaranjadas e marrom-escuras no centro.

- Planta excepicional para bordaduras e para grandes maciços isolados, em canteiros enriquecidos com matéria orgânica, de boa drenagem e irrigados periodicamente.
É tolerante a baixas temperaturas de inverno, podendo ser cultivada em quase todo o país.

Multiplica-se facilmente por divisão da planta, tendo o cuidado de manter os rizomas; deve-se renovar o canteiro a cada dois ou três anos.

 
           
     
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Dietes iridioides

Sin.: Moraea iridioides, Dietes vegeta.
Angiospemae - Família Iridaceae.

Moréia.

- Herbácea perene, ereta, rizomatosa, entouceirada, originária da África do Sul, de 30 - 50 cm de altura, com florescimento decorativo. Folhas partindo da base, em leque, linear-lanceoladas, longas, verde-escuras e coriáceas.

- Inflorescências eretas, ramificadas, com poucas flores semelhantes a íris, grandes, brancas, amareladas por fora, formadas da primavera ao outono. Há diversas variedades hotícolas em cultivo no país.

- Cultivada em renques ou conjuntos, em canteiros a pleno sol, com terra bem estercada, permeável e irrigada a intervalos. Desenvolve-se e floresce melhor em climas frios, como no sul do país e em regiões de altitude.

Multiplica-se por divisão de touceira em qualquer época do ano, devendo acomodá-las em recipente individual.

 
           
     
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Dracena deremensis

Angiospermae - Família Liliaceae.

Dracena, dracena-deremensis.

- Arbusto semi-lenhoso, ereto, não ramificado, da África Tropical, de 1,0 - 2,0m de altura, com folhas ornamentais alongadas, coriáceas, que na variedade mais cultivada são verdes listradas de branco no centro e nas margens. Na variedade hortícola "Bausei" a planta é mais compacta e as folhas possuem uma margem verde-escura e uma faixa branca larga no centro. Esta variedade é muito instável e com idade tende a retroceder à variedade cultivada comumente.

- Inflorescências ocasionais, resultando na formação de flores esbranquiçadas, sem expressão ornamental.

É cultivado geralmente em vasos e em grupos ou fileiras ao longo de muros e paredes, tanto a pleno sol como a meia-sombra.
É sensível a geadas.

Multiplica-se por estacas que enraizam facilmente o ano todo.

 
           
     
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Dracena marginata

Angiospemae - Família Liliaceae.

Dracena-de-madagascar.

- Arbusto de tronco volumoso e espesso nas plantas idosas, ereto, originário de Madagascar, de 2-4m de altura, muito ramificado, cada ramificação com uma roseta densa de folhas lineares alongadas, verde-escuras com uma faixa estreita e vermelha na margem. Na Variedade hortícola "Tricolor" as folhas são mais estreitas e longas, com listras creme-esbranquiçadas e róseo-avermelhadas, origem do nome popular "dracena arco-íris", de grande efeito decorativo.

- Dada a facilidade com que os ramos podem ser encurvados ou retorcidos, é apropriado para cultivo em arranjos de vasos, proporcionando belo efeito. Apropriada para cultivo em vasos, em conjuntos ou plantios isolados, a pleno sol. Não tolera temperaturas baixas.

Multiplica-se facilmente por estacas, cortadas em qualquer época do ano.

 
           
             
   

E

 
     
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Eugenia sprengelii

Sin.: Eugenia microphylla.
Angiospermae - Família Myrtaceae.

Murta, Eugênia.

- Arbusto grande, lenhoso, de folhagem ornamental, nativo do Brasil, de 2-4m de altura, muito ramificado, compacto, com folhas reduzidas, lineares e densas.

- Inflorescências com numerosas flores pequenas, brancas, perfumadas, formadas na primavera, resultando em vários frutos esféricos, vermelhos, muito apreciados por pássaros. O florescimento é mais intenso em climas onde o inverno seja moderadamente frio.

- É cultivado a pleno sol ou a meia-sombra, em vasos, em renques ou em conjuntos podados com frequência e mantidos como arbusto globoso, prestando-se para ornamentação topiária. É resistente a geadas fortes, podendo ser cultivado desde o extremo sul até os trópicos.

Multiplica-se facilmente por sementes bem como por alporquia.

 
           
             
   

F

 
     
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Furcraea Gigantea

Sin.: Furcraea bariletti, Furcraea foetida, Funium piliferum.
Angiospermae - Família Amaryllidaceae.

Piteira, caraguatá-açú, croatá-açú.

- Semi-lenhosa de caule curto, nativa do Brasil, de 1-2m de altura, com numerosas folhas em roseta, carnosas, fobrosas, longas achatadas, muito ornamentais, de cor verde-escura, com a ponta aguda. Na variedade de hortícola "Striata" as folhas possuem faixas brancas e verdes.

- Inflorescência ereta, grossa, arborescente, muito ramificada, com 6-9m de altura, que ocorre somente após vários anos de desenvolvimento da planta, com numerosas flores sem valor ornamental.

- Cultivada a pleno sol como planta isolada ou em grupos em terrenos bem drenados.
Não tolera frio intenso.

Multiplica-se facilmente através dos numerosos bulbilhos que se formam após o desenvolvimento das flores, plantados inicialmente em vasos.

 
           
             
   

G

 
     
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Gardenia jasminoides

Sin.: Gardenia florida.
Angiospermae - Família Rubiaceae.

Jasmim-do-cabo, Gardênia.

- Arbusto semi-lenhoso, ereto, ramificado, florífero, originário da China, de 1,5-2,0m de altura, com folhas brilhantes, verde-escuras e coriáceas.

- Flores brancas, cerosas, pequenas, muito perfumadas, que com a idade adquirem tons amarelados, formadas na primavera e verão. As flores podem ser simples e produzir frutos, ou dobradas e estéreis.
- Estas últimas podem ser grandes, com número menor de pétalas (variedade "Fortuniana") ou menores, com maior número de pétalas, em plantas mais compactas (variedade "Veitchii").

É cultivado como planta isolada, em grupos e ocasionalmente em renques, em terra fértil e a pleno sol. Floresce mais intensamente na região sul do país.

Multiplica-se facilmente por estacas, preparadas após o florescimento.

 
           
             
   

H

 
     
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Heliconia acuminata

Sin.: Heliconia pearcei Rusby.
Angiospermae - Família Musacea (Heliconiaceae).

Tracoá, caetê, helicônia.

- Herbácea rizomatosa, ereta, entouceirada, perene, muito variável, de florescimento decorativo, de 0,80 - 1,5m de altura, nativa do Brasil. Folhas com pecíolo longo e fino, ovalado-alongadas, de ápice agudo, com a nervura principal clara e a superfície marcada pelas nervuras.

- Inflorescência disposta acima das folhas, de brácteas finas e longas, em forma de barco, de cor vermelha, alaranjada ou amarela dependendo da cultivar, inseridas em raque da mesma cor, protegendo flores de cor idêntica ou brancas, formadas no período que abrange o verão-outono.

- Cultivada isoladamente, em grupos ou renques, a meia-sombra, em terra fertilizada e mantida úmida. Planta tipicamente tropical, não tolera o frio.

Multiplica-se por divisão de touceira, no fim do inverno e na primavera.

 
           
     
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Heliconia angusta

Sin.: Heliconia angustifolia, Heliconia bicolor, Heliconia brasiliensis.
Angiospermae - Família Musaceae.

Helicônia-vermelha, bananeirinha, falsa-ave-do-paraíso.

- Arbusto de textura herbácea, rizomatoso, entouceirado, ereto, de florescimento decorativo, nativo da mata Atlântica do sul do Brasil, com 1,20-1,70m de altura. Folhas laminares, recurvadas, verde-escuras e com margens onduladas.
Inflorescências eretas, vistosas, com brácteas vermelhas em forma de barco, abrigando flores brancas, formadas durante o inverno. Ocorrem os cultivares "Yellow chrystmans", alaranjadas.

- Cultivado como planta isolada, formando grupos ou renques, em canteiros a meia-sombra, da terra fértil e irrigada com frequência. São muito utilizadas como flores de corte duráveis para arranjos.

Multiplica-se por divisão de touceira.

 
           
     
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Heliconia bihai "Lobster Claw".

Sin.: Musa bihai, Heliconia aurea.
Angiospermae - Família Musaceae (Heliconiaceae).

Caetê-vermelho, tracoá, pacova-brava, pássaro-de-fogo.

- Arbusto de texturaherbácea, rizomatoso, entouceirado, de 2,0 - 3,0m de altura, originário do Hawaii e Brasil. Folhas grandes, glabas, com pecíolo longo, com nervação paralela curvilínea.

- Inflorescência ereta, longa, com duas séries de brácteas rijas, dispostas num mesmo plano, em forma de barco, vermelho-alaranjadas, com faixa verde na margem em direção ao ápice e em parte do dorso.
Flores brancas, pequenas, formadas na primavera-verão

- Cultivado como planta isolada, em grupos ou renques, a meia-sombra ou a pleno sol, em solo fértil mantido umedecido. Também muito utilizado como flor de corte.

Multiplica-se por divisão de touceira, no fim do inverno e na primavera.

 
           
     
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Heliconia bihai "Napi".

Sin.: Musa biahi, Heliconia aurea.
Angiospermae - Família Musaceae (Heliconiaceae).

Banana-do-mato, helicônia-transamazônica, banana-brava, caetê, pássaro-de-fogo.

- Arbusto de textura herbácea, rizomatoso, entouceirado, florífero, de 1,5 - 3,0m de altura, originário da América do Sul (incluindo a Amazônia brasileira).

- Inflorescência curta, ereta, com poucas brácteas grandes, rijas, bem espaçadas e dispostas de maneira helicoidal, vermelhas com faixa larga de cor verde nas margens, com flores no seu interior de cor branca, formadas no verão.

- Cultivado como touceira isolada e em grupos formando maciços ou renques, a meia-sombra, em terra fértil, mantida umedecida, em locais livres de geada. Aprecia climas quentes e úmidos. Também muito utilizado como flor de corte.


Multiplica-se facilmente por divisão de touceira.

 
           
     
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Heliconia bihai - "Peach pink".

Sin.: Musa biahi, Heliconia aurea.
Angiospermae - Família Musaceae (Heliconiaceae).

Banana-brava, pacova-brava, pássaro-de-fogo.

- Arbusto de textura herbácea, rizomatoso, entouceirado, de 2-3m de altura, obtido por seleção em cultivo hortícola. Folhas grandes, largo-ovaladas, com nervura central mais clara.

- Inflorescência longa, ereta, com duas séries de brácteas grandes, rijas, em forma de barco alaranjadas, com faixa verde na margem, em direção ao ápice e mancha esbranquiçada no dorso. Flores protegidas pelas brácteas formadas no verão.

- Adequado para cultivo como touceira isolada, em grupos ou renques, a meia-sombra ou a pleno sol, em solo fertilizado, mantido udemdecido. Também utilizada como flor de corte.
- É sensível ao frio

Multiplica-se por divisão de touceiras.

 
           
     
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Heliconia chartacea - Lane & Barreiros - "Sexy Pink"

Angiospermae - Família Musaceae (Heliconiaceae).

Caetê-bravo, pacova-brava.

- Arbusto de textura herbácea, rizomatoso, perene, entouceirado, ereto, de 1,80 - 4,5m de altura, originário das Guianas e região Amazônica brasileira. Folhas grandes, com pecíolo longo, de superfície branco-cerosa.

- Inflorescência longa, pendente, de raque vermelho-clara sinuosa, com brácteas em forma de barco, róseas na base e nas faces, com faixa estreita verde-clara, formadas principalmente durante a estação do verão.

- Adequado para cultivo a pleno sol ou a meia-sombra, como planta isolada, em grupos ou renques, em solo fértil, mantido úmido. Também utilizado como flor de corte, ideal para composição de arranjos florais. É muito sensível ao frio.

Multiplica-se por divisão de touceira no fim do inverno e na primavera, que brotam com facilidade.

 
           
     
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Heliconia collinsiana.

Sin.: Bihai collinsiana.
Angiospermae - Família Musaceae (Heliconiaceae).

Helicônia-pêndula, helicônia

- Arbusto de textura herbácea, rizomatoso, entouceirado, originário da Guatemala, de 2-3m de altura, com florescimento vistoso. Folhas grandes, cerosas, lisas, ovalado-alongadas, coriáceas, glabas, com pecíolos longos.

- Inflorescências longas, pêndulas, com brácteas espaçadas, longas, em forma de barco, de cor vermelho-alaranjada, com revestimento parcial ceroso-pulverulento, protegendo flores pequenas, branco-creme, formadas no decorrer dos meses de verão.

- Cultivado a pleno sol ou a meia-sombra, como planta isolada ou em grupos, exigente em terra fertilizada, rica em extrato orgânico e irrigada periodicamente. Também muito empregado como flor de corte. Não tolera geadas.

Multiplica-se facilmente por divisão de touceira, em qualquer época.

 
           
     
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Heliconia episcopalis.

Sin.: Heliconia Biflora, Bihai epscopalis.
Angiospermae - Família Musaceae (Heliconiaceae).

Chapéu-de-bispo.

- Arbusto rizomatoso, entouceirado, nativo do Brasil, de 1,5-2,5m de altura, de florescimento decorativo. Folhas grandes, coriáceas, ovalado-alongadas, lisas, com pecíolo longo.

- Inflorescências eretas, curtas, em hastes longas, com brácteas compactadas, vermelhas, com a extremidade amarela, formadas no verão.

- Cultivado a pleno sol ou a meia-sombra, como planta isolada, em grupos ou renques, em canteiro com solo argiloso e com umidade constante. Também cultivado para produção de flores de corte.
É sensível a geadas. Apresenta maior desenvolvimento e floração em regiões litorâneas tropicais e subtropicais úmidas.

Multiplica-se facilmente por divisão de touceira, efetuada em qualquer época.

 
           
             
   

I

 
     
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Ixora chinensis

Sin.: Ixora blanda, Ixora crocata.
Angiospermae - Família Rubiaceae.

Ixora-chinesa, ixora-vermelha.

- Arbusto de textura lenhosa, ereto, muito ramificado, de ramagem densa, reclinada, originário da China e Malasia, de 1-2m de altura, com florescimento vistoso. Folhas simples, coriáceas e curtas.

- Inflorescências umbeladas terminais, com flores numerosas, vermelhas, vermelho-alaranjadas, róseas ou amarelas, muito visitadas por beija-flores. Formam-se durante quase o ano todo, principalmente no verão. Há a variedade anã (mini-ixora), de flores vermelhas de recente introdução e destinada a forração.

- É cultivado de maneira isolada e em grupos formando conjuntos ou renques, a pleno sol, em canteiros de boa fertilidade, irrigados periodicamente.
Sensível a geadas, é indicada apenas para regiões tropicais e subtropicais.
Multiplica-se por estacas.

 
           
     
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Ixora coccinea.

Sin.: Ixora coccinea.
Angiospermae - Família Rubiaceae.

Ixora-Coral, ixora.

- Arbusto de textura lenhosa, ereto, pouco ramificado, originário das Índias Orientais e Malásia, de 1,5-2,5m de altura, com ramagem densa e florescimento vistoso.
Folhas coriáceas, de cor verde-clara.

- Inflorescências terminais longas, eretas, grandes, com numerosas flores de cor vermelho-alaranjada na variedade mais antiga. Atualmente são cultivadas também variedades de flores alaranjado-claras, cor-de-rosa e amarelas. Formam-se durante a primavera-verão, são duráveis e muito visitadas por beija-flores e borboletas.

- Cultivado isoladamente e em grupos formando conjuntos ou renques, a pleno sol, em terra fértil e permeável, irrigado periodicamente.
- É sensível a geadas.

Multiplica-se por estacas enraizadas em ambiente protegido e úmido.

 
           
     
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Ixora coccinea "Compacta"

Angiospermae - Família Rubiaceae.

Ixora-compacta, hortênsia-japonesa-compacta.

- Arbusto de textura semi-herbácea, ereto, ramificado, originário da Malásia, de 0,40-0,80m de altura, com florescimento vistoso. Folhas simples, elítico-ovaladas, pequenas, brilhantes, de cor verde-escura, espessas, sem pecíolo (sésseis).

- Inflorescências terminais, globosas, densas, com flores pequenas de tubo longo, cerosas, com corola expandida em cruz, de cor vermelho-alaranjada. Há variedades de inflorescências em tons de amarelo e rosa.
- São produzidas no decorrer do ano, exceto no inverno.

- É adequado para bordaduras e renques acompanhando grandes, paredes, muros e cercas, em canteiros a pleno sol, com terra fértil e irrigada periodicamente. É possível também o cultivo em vasos e na forma de maciços densos.

Multiplica-se por estacas.

 
           
     
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Ixora finlaysoniana

Angiospermae - Família Rubiaceae.

Ixora-branca.

- Arbusto de textura lenhosa, ereto, originário da Tailândia, de 2-3m de altura, muito ramificado, de florescimento vistoso.
Folhas verde-escuras, alongadas, densas, coriáceas e brilhantes.

- Inflorescências umbeladas terminais, grandes, numerosas, com flores brancas, formadas ao longo do ano todo, principalmente no verão e muito visitadas por beija-flores e borboletas.

- A planta emite muitas brotações partidas das raizes, chegando a formar touceiras densas. É cultivado geralmente como planta isolada, em grupos ou renques mantidos a pleno sol. Não tolerante ao frio, apresenta florescimento mais intenso em regiões de clima quente e úmido.

- Multiplica-se facilmente pelas mudas que se formam ao redor da planta-mãe e separadas na primavera.

 
           
     
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Ixora macrothyrsa

Sin.: Ixora duffii Moore.
Angiospermae - Família Rubiaceae.

Ixora-rei.

- Arbusto de textura semi-herbácea, ereto, ramificado, originário de Sumatra, com 1,5-2,0m de altura, de florescimento vistoso. Folhas elítico-lanceoladas, verde-escuras e coriáceas.

- Inflorescências eretas, terminais, grandes, globosas, muito vistosas, com maior número de flores do que as demais espécies do gênero, distinguidas pelo tamanho e pelo colorido vico, brilhante.
- Ocorre um híbrido provável da espécie com Ixora Coccinea L.

- Cultivado como planta isolada ou em grupos a pleno sol, em terra fertilizada, requerendo ser irrigada periodicamente,.
Não tolera o frio e floresce melhor no litoral e em regiões tropicais e subtropicais.

Multiplica-se por alporque e por estacas preparadas na primavera.

 
           
     
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Ixora Undulata

Angiospermae - Família Rubiaceae.

Ixora-rosa.

- Arbusto de textura lenhosa, ramificado, ereto, originário da Índia, de 1,0-2,0m de altura, de florescimento muito decorativo.
Folhas simples, elíticas, membranáceas, quase glabras, de ápice agudo, coriáceas, de cor verde-clara.

- Inflorescências umbeladas, terminais, curtas e densas, com flores cor-de-rosa, formadas na primavera-verão.

- Cultivado isoladamente e em grupos formando conjuntos ou renques, a pleno sol, com terra enriquecida com húmus, permeável e irrigada periodicamente.
Aceita podas leves para adequar a forma e não tolera geadas. Seu floresciemento é mais intenso em regiões de climas suibtropicais.

Multiplica-se facilmente por estacas preparadas após o florescimento e enraizadas em local com umidade do ar e temperatura elevada.

 
           
             
   

L

 
     
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Lea coccinea Bojer

Angiospermae - Família Vitaceae (Leaceae).

Léia, Léia-alaranjada.

- Arbusto de textura semi-herbácea, ereto, entouceirado, originário de Burma, com 2,0-2,5m de altura, com folhagem ornamental. Folhas compostas, divididas em foliolos verde-brilhantes, alongados, com margens onduladas.

- Inflorescências densas, com numerosas flores vermelhas em botão, quase sempre escondidas no meio da folhagem, formadas durante os meses da primavera-verão e de pouca importância como fator ornamental.

- É cultivado a pleno sol ou a meia-sombra, isoladamente, em conjuntos, ou renques ao longo de paredes, muros e cercas, em solo fértil. Tolera podas leves e é sensível a geadas.

Multiplica-se facilmente por sementes e por divisão de touceiras separadas após o florescimento. Eventualmente também multiplicada por estacas.

 
           
     
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Leea rubra

Sin.: Leea polyphyla Miq.
Angiospermae - Família Vitaceae (L eeaceae).

Léia-rubra, léia-vermelha.

- Arbusto de textura semi-herbácea, ereto, entouceirado, originário da Índia, Burma e Malásia, de 2,0-2,5m de altura, com folhagem arroxeada ornamental.
FOlhas bronzeadas, escuras, pinadas, com folíolos lanceolados. Assemelha-se à espécie L.coccinea Bojer, diferindo principalmente pelo colorido das folhas.

- Inflorescências densas, quase escondidas entre as folhas, com numerosas flores vermelhas em botão e róseas quando abertas, porém de pouca importância como faotr ornamental.

- Cultivado isoladamente, em grupos, ou em renques ao longo de paredes, muros e grades, de preferência a meia-sombra.
Não tolera geadas.

Multiplica-se por sementes, pela divisão de touceiras e por estacas preparadas no final do inverno.

 
           
     
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Ligustrum sinense

Sin.: Ligustrum fortunei, Ligustrum villosum
Angiospermae - Família Oleaceae

Alfaneiro-da-china, ligustro-chinês, ligustro-arbustivo, ligustrinho.

- Arbusto grande, muito ramificado, originário da China e Coréia, de 3-4m de altura, de folhas pequenas, ornamentais.

- Inflorescências curtas, com flores brancas, formadas na primavera. Há diversas variedades muito decorativas, como de ramagem pêndula, piramidal e de folhas azuladas. Nos jardins é mais frequente a forma "Variegatum", de folhas verde-esbranquiçadas com bordas irregulares brancas, que dificilmente florescem.

- É planta notável para formação de cercas-vivas quando periodicamente podada, bem como para topiaria, sempre a pleno sol.
- É tolerante a geadas.

É multiplicado por sementes e por estacas preparadas preferencialmente no final do inverno e enraizadas em estufas.

 
           
     
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Lilium speciosum

Angiospermae - Família Liliaceae

Lírio-oriental, lírio-vistoso.

- Herbácea bulbífera, ereta, não ramificada, originária do Japão, de 0,60-1,20m de altura. Folhas geralmente horizontais, elíticas, verde-escuras e espessas.

- Flores grandes, uma ou mais por haste, terminais, muito perfumadas, com pétalas recurvadas para baixo, brancas, cor-de-rosa, pontilhadas de vermelho, numa série de tonalidades, formando cultivares denominados genericamente de "lírios-orientais" e especificamente com nomes fantasias, como "Monalisa", "Stargazer" e "Casablanca" entre outros.
- Florescem geralmente no inverno-primavera.

- Cultivada em vasos ou canteiros a meia-sombra, com terra rica em húmus, permeável e mantida úmida. Aprecia climas de temperatura amena.

Sua multiplicação é dada facilmente por meio do plantio de seus bulbos.

 
           
             
   

P

 
     
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Pandanus racemosus

Angiospermae - Família Pandanaceae.

Pandano-rasteiro.

- Arbusto baixo, semi-lenhoso, muito ramificado, originário da àsia, Polinésia e Madagascar, de 0,5 - 1,0m de altura, com ramagem quase horizontal e raizes aéreas.
Folhas em roseta, concentradas na extremidade dos ramos, lineares, recurvadas, verde-escuras, brilhantes, com espinhos pequenos nas margens.

- Não é verificado o florescimento em cultivo fora da região de origem, sendo o mesmo de valor secundário como fator ornamental.

- É cultivado temporariamente em vasos como planta isolada, em grupos ou renques, a pleno sol ou a meia-sombra, reservando-se espaço para expansão e assim evitando podas que o desfigurariam. Planta tipicamente tropical, não resiste ao efeito de geadas invernais.

Multiplica-se por estacas-ponteiro ou pelos ramos que já têm raízes.

 
           
     
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Philodendron bipinnatifidum

Sin.: Philodendron selloum.
Angiospermae - Família Araceae.

Banana-de-imbê, banana-de-macaco, banana-de-morcego, guimbê, imbê.

- Arbusto de textura semi-lenhosa, escandente, originário do Brasil, de folhafem ornamental. Folhas grandes, com muitos recortes lanceolados, pouco ou não crespos. A presença de espatas de cor verde não é mais um caráter diferencial entre espécie e a espécie Philodendron selloum porque este não é mais um táxon válido, passando à categoria de sinonímia.

- Inflorescência de importância secundária como ornamental.

- É cultivado em vasos, isoladamente ou em grupos formando maciços, em jardins a meia-sombra ou a pleno sol. Com a idade formam-se diversas brotações no caule espesso à maneira de uma touceira. É tolerante a baixas temperaturas.

Multiplica-se por sementes e pelas brotações laterais.

 
           
     
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Pleomele reflexa

Sin.: Dracena reflexa.
Angiospermae - Família Liliaceae.

Dracena-malaia, pleomele, pau-d´água.

- Arbusto semi-lenhoso, ramificado, ereto, de folhagem ornamental, originário de madagascar, Índia e Ilha Maurício, de 2-3m de altura. Folhas coriáceas, verde-escuras, onduladas, laminares, formando uma roseta persistente. Ocorre a forma variegada de folhas com duas faixas creme-amareladas com centro verde, que deve ser mantida a meia-sombra para não retroceder.

- Inflorescências terminais, com flores pequenas, brancas, de importância secundária como ornamentais. Planta tipicamente tropical, não tolera baixas temperaturas de inverno.

- Cultivado em vasos, como planta isolada ou em grupos, a meia-sombra ou a pleno sol, em terra fértil, irrigada a intervalos.

Multiplica-se facilmente por estacas, preferencialmente as do ponteiro.

 
           
     
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Pleomele thalioides

Sin.: Dracena thalioides.
Angiospermae - Família Liliaceae.

Dracena-de-leque.

- Arbusto de textura herbácea, ereto, de crescimento lento, não ramificado, da África Tropical, Ceilão e Ilhas Celebes, de 50-90 cm de altura, muito afim do gênero Dacena. Folhas dispostas a maneira de um pequeno leque, ovalado-lanceoladas, verde-escuras, coriáceas, brilhantes, dotadas de pecíolo rijo, acanalado e manchado de cinza.

- Inflorescências eretas, longas, com numerosas flores brancas, filamentosas e pouco significativas.

- Cultivado em vasos ou em grupos, em locais sombreados, destacando-se pelo aspecto incomum de sua folhagem.
- É sensível ao frio.

Multiplica-se por separação das brotações que eventualmente surgem na base da planta-mãe, podendo também ser multiplicada por estacas.

 
           
     
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Plumeria rubra

Angiospemae - Família Apocynaceae.

Frangipane, jasmim-manga, árvore-pagode.

- Árvore ou arbusto grande, da seiva leitosa, com ramificações bifurcadas, espessas, de aspecto suculento, originária da América Tropical, de 6-8m de altura. Folhas decíduas, aglomeradas no ápice dos ramos.

- Inflorescência terminal, com numerosas flores sucessivas, perfumadas na espécie típica, vermelhas ou róseas com o centro amarelo, formadas no inverno-primavera.
Ocorrem diversas variedades naturais ou formas como acutifolia. Woodson de "Tricolor" de flores brancas com centro amarelo e margem das pétalas róseas. No cultivar "Variegata" as folhas tem manchas verdes e amarelas.

- Cultivada isoladamente ou em grupos. As flores são utilizadas na confecção dos "leis" (colares) típicos do Havaí.
Multiplica-se facilmente por estacas.

 
           
     
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Podocarpus macrophyllus. Sweet

Sin.: Taxus macrophylla.
Gimnospermae - Família Podocarpaceae.

Pinheiro-budista, pinheiro-de-buda.

- Arbusto grande ou árvore de até 15m de altura, ereto de forma colunar, originário da China e Japão, de ramagem muito ornamental. A forma mais cultivada entre nós é a cultivar "Maki", de menor porte e mais compacta.

- Inflorescência desconhecidas entre nós, formadas por flores masculinas e femininas em plantas separadas (dióica), sem importância ornamental.

- Cultivado em grupos geralmente formandos renques, a meia-sombra ou a pleno-sol, ao longo de muros e paredes, com terra fértil e mantida úmida. Também em vasos a meia-sombra. Tolera podas de contenção bem como para fins topiários.
Planta subtropical, tolera geadas.

Multiplica-se por estacas ponteiro cortadas no final do inverno.

 
           
             
   

R

 
     
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Ravenala madagascariensis

Angiospermae - Família Musaceae.

Árvore-do-viajante.

- Árvore rizomatosa, entouceirada, semi-lenhosa, originária de Madagascar, com 4-8m de altura, de folhagem ornamental.
Folhas, coriáceas, firmes e dispostas num palno em leque. O nome popular refere-se à água retida no interior da bainha de suas folhas, utilizada pelos viajantes.

- Inflorescências grandes, com espatas em forma de barco, contendo flores brancas de pouco valor decorativo, que se abrem sucessivamente no outono. Os frutos contém sementes com arilo azul-anil.

- Cultivada como arbusto entouceirado isolado, de grande efeito decorativo ou formando conjuntos, que adornam muito bem jardins e parques a pleno sol, em canteiros ricos em matéria orgânica. A inflorescência é também usada para a composição de arranjos floreis.

Multiplica-se por semenetes ou por mudas que se formam junto às touceiras.

 
           
             
   

T

 
     
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Thunbergia erecta, Anderson

Sin.: Meyyenia erecta.
Angiospermae - Família Acanthaceae.

Tumbérgia-azul-arbustiva, manto-de-rei.

- Arbusto de textura semi-herbácea, ereto, originário da África Tropical, de 2-2,5m de altura. Folhas simples, verde-brilhantes, espessas, densas e ornamentais.

- Flores axiliares azuis, com o centro amarelado, vistosas, formadas quase o ano todo, principalmente na primavera e verão.
Assemelha-se à espécie T.affinis S. Moore, de porte, folhas e flores menores. Ocorre também uma variedade de flores brancas.

- Apropriado para plantio isolado, ou em grupos na forma de renques ao longo de muros, muretas, paredes e cercas, a pleno sol ou a meia-sombra, em solo rico em material orgânico e irrigado a intervalos.
As flores atraem beija-flores.

Multiplica-se facilmente por estacas, de preferência após o florescimento.

 
           
             
   

Y

 
     
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Yucca elephantipes

Sin.: Yucca aloifolia, Yucca whipplei.
Angiospermae - Família Liliaceae.

Iuca-elefante, vela-de-pureza, iuca-sem-espinho, iuca-mansa, iuca-sem-espinha, pita.

- Arbusto semi-lenhoso, ereto, de tronco bastante dilatado na base, originário do México e Guatemala, de 4-6m de altura, pouco ramificado, com roseta de folhas alongadas, sem espinho na ponta.

- Flores brancas, em inflorescências densas, altas formadas no verão. As flores cerosas, muito duráveis, são utilizadas em arranjos e buquês,

- Utilizado para plantios isolados em cantos de edífícios e casas, para renques ou conjuntos, a pleno sol. É tolerante a solos áridos, porém sensível a geadas, sendo mais apropriado para os subtrópicos.

Multiplica-se por sementes, mas principalmente por estacas feitas do topo do caule ou das ramificações que podem se formar nas plantas idosas.